A mais completa sem vergonha é...

… ter defendido com unhas e dentes a consolidação orçamental pelo corte na despesa e pelo “ajustamento do factor trabalho” e agora dizer que “um imposto extraordinário para todos os portugueses acima de certo rendimento” teria sido preferível ao corte dos salários dos trabalhadores da administração pública.

 

 

José Castro Caldas às 23:45 | link do post | comentar