Uma pergunta simples sem uma resposta simples

O Francisco Teixeira insiste que existe uma duplicidade de tratamento na forma como os apoiantes de Alegre tratam o caso "Aldeia BPN" e os casos "Freeport" e "Face Oculta". Desafiei-o a mostrar as suas fontes, não as mostrou. Insisti que a minha posição em relação a qualquer caso de alegada corrupção ou favorecimento é a mesma: deve-se investigar tudo até ao fim, doa a quem doer. Respondeu-me que "os mesmos que escrevem sobre a aldeia do BPN (dentro e fora da "Visão") foram os mesmo que assobiaram para o lado com o evoluir dos caso Face Oculta e Freeport".

Quando tudo o resto falha, foge-se às questões, ataca-se o adversário, lançam-se boatos. Voltemos então ao essencial.

Quem se tem esforçado tanto para defender Cavaco Silva no caso BPN, como alguns membros do Portugal Profundo, do 31 da Armada, do Blasfémias ou do Albergue Espanhol deveria ser capaz de responder a uma simples questão:

Sabemos que os homens fortes do BPN são ex-ministros e secretários de estado de Cavaco, que venderam acções a preço de favor, que fazem parte da sua comissão de honra, que contribuiram financeiramente para a sua campanha e que passam férias no mesmo aldeamento de luxo onde Cavaco comprou uma casa de férias com um salário de "mísero professor". Não são já coincidências a mais?

Ricardo Sequeiros Coelho às 17:45 | link do post | comentar