Sexta-feira, 28.01.11

Alegro Pianissimo

Manuel Alegre - 2011

 

Este blog termina aqui.

A nossa razão continuará onde cada um de nós estiver.

Agradecidos a todos os que aqui passaram.

 

 

 

A Dom Sebastião

 

De Formião, filósofo elegante, vereis como Aníbal escarnecia, quando das artes bélicas, diante dele, com larga voz tratava e lia.

 

A disciplina militar prestante não se aprende, senhor, na fantasia, sonhando, imaginando ou estudando, senão vendo, tratando e pelejando.

 

Os Lusíadas Canto X – Estância 153

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Epílogo

Manuel Alegre

 

Durante toda a campanha o nosso candidato disse:

 

"Não se trata de eleger o Manuel Alegre.

 

Todos vós sois candidatos,

todos somos candidatos,

todos os que se reclamam dos valores do 25 de Abril,

todos os que querem a democracia com Estado Social".

 

 

E assim o entenderam a Ana Paula Fitas, o André Freire, o André Moz Caldas, o António Avelãs, o António MS Rodrigues, o Aurélio Pinto, o Carlos Manuel Castro, o Cipriano Justo, o Cláudio Carvalho, o Daniel Martins, o Elísio Estanque, o Fernando Gomes, a Helena Araújo, o Henrique Sousa, o Jacinto Lucas Pires, a Joana Lopes, o João Grazina, o João Miguel Almeida, o João Ricardo Vasconcelos, o Joaquim Paulo Nogueira, o Jorge Nascimento Fernandes, o José Castro Caldas, o José Leitão, o Luís Novaes Tito, o Miguel Cardina, a Nathalie Oliveira, o Nuno David, o Nuno Félix, o Nuno Serra, a Paula Cabeçadas, o Paulo Ferreira, o Paulo Peixoto, o Paulo Querido, o Pedro Cegonho, o Ricardo Alves, o Ricardo Siqueiros Coelho, o Rui Namorado, o Tiago Barbosa Ribeiro, o Ulisses Garrido, a Vera Santana e o Vítor de Sousa, que assumiram esta candidatura como sua e vieram à liça dando forma a uma outra máxima de Manuel Alegre:

 

"A História somos nós que a realizamos"

 

Nesta plataforma de onde saíram escritos feitos do Norte a Sul de Portugal, das Regiões Autónomas, de França e da Alemanha pouco interessou o que nos diferenciava, nada se valorizou o que nos afastava e tudo se concentrou na nossa candidatura em defesa dos valores acima mencionados.

 

 

Manuel Alegre em Belém teria sido a garantia da manutenção desses valores. Com ele dividimos a quota-parte de derrota por não termos atingido o objectivo da candidatura. Com ele dividimos a quota-parte de vitória por uma vez mais termos ido à luta em defesa daquilo que entendemos ser o melhor para Portugal. Agimos independentemente da sede de campanha, recusámos o Eles para sermos o Nós.

 

Esta plataforma, composta pelo Blog e por um Grupo de Discussão dos autores, foi administrada por Joana Lopes, Paulo Ferreira e por mim próprio, Luís Novaes Tito (owner). Teve ainda a colaboração externa de Pedro Pereira e André Coroado que, não tendo sido autores, nunca deixaram de nos apoiar nas redes sociais. Teve a colaboração de Rui Perdigão que criou e nos cedeu gratuitamente a imagem do Alegro e de António Sérgio Pessoa que desenhou e nos cedeu os Morfeu.

 

Teve a ajuda na sua divulgação, para além de muitos outros, do Pedro Correia no Delito de Opinião, do Miguel Abrantes no Câmara Corporativa, da Ariel no Cirandando, da MdSol no Branco no Branco, do Miguel Gomes Coelho no Vermelho Cor de Alface, do Elisário Figueiredo no Tonibler, do Porfírio Silva no Machina Speculatrix, do Tiago Tibúrcio no a Forma Justa, do Paulo Pedroso no Banco Corrido, do Rui Bebiano no a Terceira Noite, da Isabel no das Pequenas Coisas, do André Azevedo Alves no o Insurgente, do Francisco Clamote no Terra dos Espantos, da Isabel Prata no a Aba de Heisenberg, dos Osvaldo e Tiago Sarmento e Castro no a Carta a Garcia, do JL no Luminária e da IO no Amor e Outros Desastres, e de todos os blogs onde escrevem os autores, conforme se pode ver na coluna da direita.

 

Agradecimentos também aos 15.000 visitantes que nos acompanharam e à equipa técnica do SAPO que se manteve atenta (Maria João Nogueira e Pedro Neves).

 

Foi uma acção cívica empolgante. Foi uma honra e um prazer ter estado neste combate ao lado do nosso Manuel Alegre.

Luis Novaes Tito às 18:36 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Terça-feira, 25.01.11

Último post

Como os meus companheiros Alegro também venho encerrar a minha colaboração. Ontem, logo que soaram as oito horas e soube que Cavaco Silva tinha sido eleito à primeira volta e que a abstenção teria provavelmente um novo recorde, desliguei tudo. Não era mau perder. Não sinto que tenha perdido. Ganhei, e foi bastante. Percebi que a utopia, enquanto palavra, enquanto conceito, não é passível de ser legitimada por modismos. É qualquer coisa visceral, que te diz a ti quem és, quem queres ser, onde queres estar, com quem queres estar. É uma coisa de sempre, para sempre.

 

É claro que estava zangado com alguns amigos, gente que passava no facebook, a dizer que se abstinha, que votava em branco. Apetecia-me praguejar contra eles. Seria um disparate. Eles tinham as suas razões e eu não só as compreendia como, no caso do voto em branco, até reconheço que não há nenhuma razão para que a ciência política eleitoral não arranje forma de evitar que eles, enquanto opção eleitoral expressa, aumentem o caudal dessa inexpressiva mancha que põe em causa a nossa democracia política.

 

Mas em consciência não podia invectivá-los. Nem mesmo os abstencionistas. Como é que podia invectivar mais de cinco milhões de portugueses? Desde há largos anos que a abstenção tem atingido níveis recordes e, para além da depuração dos cadernos eleitorais, vi fazer pouco mais. Os circulos eleitorais mais próximos dos eleitores, cairam. A regionalização, caiu. Até numa eleição como a presidencial em que cada um de nós elege só um português para representar dez milhões de portugueses, os Partidos assumem-se muitas vezes como os donos do jogo em relação aos candidatos, introduzindo uma componente de distanciação dos eleitores em relação aos mesmos. O Partido Comunista  apresenta sistematicamente uma candidatura própria, para marcar o seu espaço político. O Partido Socialista é já a segunda vez que apresenta um candidato próprio que concorreu contra um outro candidato que também era militante do seu partido. E poder-se-á perguntar: e então, não é legítimo? É. Cinco milhões de abstencionistas também é legítimo. Não estamos aqui a falar de legitimidade política. Estamos a falar da sobrevivência da democracia política tal como a conhecemos.

 

Ora uma das realidades mais presentes na vida contemporânea é a quebra do sistema de representação. A crise da representação. Que tem alguns aspectos positivos, na medida em que decorre da influência que o progresso social e tecnológico colocado tem na mudança de paradigmas da nossa cultura política (há um pequeno livrinho, Democracia Virtual, que tenta abordar esta questão) mas tem também aspectos muito perturbadores, porque no vaivém das novas procuras de identidade, e consequentemente, de representação, há vazios que surgem, como este, que assistimos anteontem, e para o qual só temos não respostas. Dizer que cinco milhões de portugueses não cumpriram o seu dever de portugueses é uma não resposta.

 

Até porque não se trata de uma eleição qualquer, não se trata de uma situação eleitoral comum. Para mim uma das coisas mais perturbantes da ideia de identidade nacional, de identidade de uma comunidade, é saber que mais de cinco milhões de pessoas não sairam de casa mesmo sabendo que era previsível que se não o fizessem, para representar dez milhões de portugueses, seria eleito um homem que declaradamente tirou grandes mais valias financeiras da sua associação a actos  (por parte de uma pessoa que, num outro contexto,  irá ser julgada  por ter praticado actos análogos a esses) semelhantes a outros que  foram enquadrados numa tipologia de  crimes económicos que tanto lesaram um Banco e cuja nacionaliação tanto lesou o país.

 

Para além da questão ideológica, esquerda, direita, esta é uma leitura que eu não consigo evitar. E que merece uma pergunta mai inquieta: que divórcio é este entre o representado e o processo de representação que faz que nem assim ele vá votar?

 

Não há perguntas de esquerda nem de direita, mas esta é claramente uma pergunta em que a resposta da Esquerda terá de fazer toda a diferença.

 

 

Joaquim Paulo Nogueira às 02:35 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Sexta-feira, 21.01.11

Dia 23 é já amanhã

 

O último post antes da 2ª Volta. Termino, espero que por agora, a minha participação neste blogue. Fui um companheiro de jornada relativamente curto, também porque recente foi a minha compreensão não só de que iria votar em Manuel Alegre, também da importância que a sua eleição tem para o nosso futuro próximo. Como escrevi, muito mais do que as suas muitas qualidades humanas, foi para mim decisivo o perceber o quanto pensar em Manuel Alegre na Presidência da República, me ajudava a imaginar no que gostava que fôssemos enquanto comunidade. Não escolhemos uma pessoa pelo que ela representa, ou representou, no passado, mas por aquilo em que queremos que ela nos represente, no futuro. Manuel Alegre fez muito bem em trazer até nós um contrato presidencial. Um contrato lembra-nos que há direitos e obrigações dos dois lados. É importante lembrar as obrigações que todos nós, enquanto primeiros outorgantes, o Povo, a Comunidade Portuguesa, assumimos. Quando escolhemos Manuel Alegre porque ele é capaz de unir a Esquerda à mesma mesa, também assumimos um compromisso, enquanto esquerda, de que seremos capazes de pensar juntos. Trazendo também para esse lugar de reflexão todos aqueles que já não se revêm na ideia de Esquerda, mas que partilham um mesmo ideário de justiça social, de papel do Estado na sua concretização. A esquerda não é um clube, é um ponto de partida.

 

Tentei durante esta semana, dar-vos conta das razões porque, para mim, se torna tão importante eleger Manuel Alegre.  Eu por exemplo, quando respondi ao desafio de escrever aqui, pensei que queria vir debater a importância que a cultura tem na mudança de atitudes e na compreensão do outro. E também, em dar o testemunho de alguém que durante quase toda a campanha pensou em votar em branco (e que mesmo assim acha que o sistema eleitoral deveria considerar o número de votos em branco dentro das opções expressas) e que percebeu, a uma semana, que não poderia deixar de votar em Manuel Alegre. Vejo que me ocupei muito pouco disso e mais em estabelecer ligações com a critica às  SLNs, aos BPNs, às Coelhas, centrando-me talvez mais numa irritação com aquilo que Cavaco Silva representa, do que com aquilo que Manuel Alegre me faz querer para o futuro. Alguns de vós vão por isso ler-me e pensar na fragilidade desse arrazoado e dai, tirarem a ilação de que são também frágeis as razões para votar em Manuel Alegre.

 

Será um erro para o qual, por dele me sentir responsável, vos devo alertar: não confundam a minha incapacidade de explicar as razões porque voto em Manuel Alegre, na vossa incapacidade - e dirijo-me a todos aqueles para quem a ideia de solidariedade na vida em sociedade ainda provoca alguma ressonância dentro dos seus imaginários - de encontrarem as razões para votar em Manuel Alegre.

 

O paradigma racionalista  leva-nos muitas vezes a um erro que pagamos demasiado caro nas nossas vidas: como tudo se passa na dialética discursiva, se alguém não souber explicar de forma suficientemente clara as razões porque tomou uma determinada decisão - neste caso a de votar em Manuel Alegre - deduzimos daí que não há razões muito claras para tomar essa mesma decisão. Ao ler o Público de hoje e a inúmera quantidade de pessoas que diz que esta campanha foi pouco esclarecedora, penso nisso. 

 

É tão difícil partilhar uma ideia que, como esta, nos tempos que correm, tem tanto de emocional como de racional e coloca a política numa dimensão da festa, da alegria.

 

Não haverá uma segunda oportunidade para o dia 23 de Janeiro de 2011.

 

Joaquim Paulo Nogueira às 23:59 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Alegro

Manuel Alegre

 

Se vocês quiserem, este blog continuará por mais três semanas.

 

No boletim de voto seleccionem Manuel Alegre.

Nem os juros subirão, nem nós cobraremos a vossa vista.

 

E seremos todos muito mais felizes.

Luis Novaes Tito às 20:00 | link do post | comentar
Quinta-feira, 20.01.11

Em frente e depois, à Esquerda

 

 

Descia-se a Rua Nova da Trindade. Almeida Santos, António Costa, Maria de Belém, Carlos César, na primeira linha, marcavam a presença do Partido Socialista. No cortejo vi Garcia Pereira, vi Arnaldo de Matos (um dos cromos mais carismáticos da caderneta que comecei a fazer aos onze anos na minha Ludoteca de Abril). Vi um homem empunhando uma pequena tabuleta sobre uma esquerda socialista. No cruzamento, na Brasileira, o abraço a Francisco Louçã. O grande desafio da 2ª Volta é mesmo este, a forma natural e quase orgânica com que Manuel Alegre parece conseguir fazer com que a esquerda, sem grandes poblemas digestivos,  se junte numa mesma rua. Como que preparando o grande desafio do seu contrato presidencial, conseguir com que a esquerda se sente a uma mesma mesa e discuta, de A a Z,  o que pretende fazer para continuar a ser, no século XXI, a grande promotora de valores como a paz, a liberdade, a solidariedade e a fraternidade.

Joaquim Paulo Nogueira às 23:32 | link do post | comentar

Almoço ALEGRO na Trindade alegre

Alegros na Trindade

 

Alguns "Alegros" no almoço da alegria na Trindade - Lisboa.

Luis Novaes Tito às 20:32 | link do post | comentar
Terça-feira, 18.01.11

.

                   

 

 

 

 

Já deixei aqui expresso o que penso sobre a crise financeira: quanto mais grave é, menos sentido faz assustarmo-nos com ela, já que o nosso susto inflaciona as taxas de juro e os especuladores mais especulam. Se não especulassem - como diria Pessoa -  não seriam especuladores. O susto também reduz as possibilidades de escolha. O afã especulativo não tem crises de identidade, feriados, folgas, dias santos. E também: quanto menos formos capazes de resgatar a nossa vida à dimensão financeira, menos vida temos pela qual lutar.   

 

Não é que acreditar num país, o nosso país,  seja como fazer bluff numa qualquer mesa de jogo.  É que acreditar num país é imaginar um futuro onde temos de tomar posição. Há quem pense que esta ideia de não aceitar como inevitável a especulação dos mercados corresponde a um pensarmos que esta crise será superada apenas por chamarmos especuladores aos que enriquecem com o fenómeno da dívida soberana, ou pedindo ajuda à Europa. É um erro de avaliação. O que se pretende é que cresça a consciência de que é a Europa, enquanto projecto, que tem de ser salva. E para isso sabemos que temos de fazer sacríficios. Temos que mudar de vida. Reduz as necessidades se queres passar bem, canta Palma (e é bom começarmos a ouvir os nossos poetas). Cada um de nós tem de o interiorizar. Temos de olhar para trás e perceber o quanto este dispositivo ideológico da (falsa) abastança nos tornou eticamente obesos, pesados. Como construímos a nossa identidade numa exarcerbação do consumo.  Consumimos uma ideia de nós que nos afastou de uma humanidade capaz de reconhecer o outro. Quando comecei a dizer, em tom de provocação, que precisávamos da crise para mudar de vida, alguns dos meus amigos responderam, sim, mas há pessoas que vão passar fome. Eu mantinha o tom provocatório, respondia: "- Tu e eu estamos ralando-nos para as pessoas que passam fome. Sempre tivémos. Nós estamos é preocupados porque a fome está a passar na rua de baixo e temos medo que amanhã comece na nossa rua."

 

E pudemos mudar. O ser humano, enquanto projecto colectivo e a comunidade, enquanto dimensão colectiva, têm essa capacidade quase infinda de recolher o jogo e voltar a dar de novo. Tenho quase cinquenta anos. Têm sido aventurosos estes anos,  principalmente no plano colectivo.  O nosso país mudou muito nestes anos. Quando eu nasci dizia-se que o que acontecia em Paris, Londres, Berlim chegava cá com vinte anos de atraso. Hoje mesmo se preferíssemos que algumas maleitas do nosso tempo se atrasassem a chegar ao nosso cantinho, sabemos o bem que nos sabe estarmos em ligação directa com o mundo. É quando eu penso nisto, na possibilidade de um país mudar, que o dia 23 se assemelha a um dia que se clarifica: a eleição de Manuel Alegre é o ponto de partida para uma aventura que exige de nós muita coragem.

 

 

 

 

Joaquim Paulo Nogueira às 19:16 | link do post | comentar

Olhar a crise de novo, agora olhos nos olhos

Quando insisto tanto na dimensão cultural e artística que é preciso trazer para a nossa vida, e a política faz parte da nossa vida, muitas vezes perguntam-me o que é que eu quero dizer com isso, já que encaramos demasiadas vezes a cultura  e a arte em função do mercado dos objectos (os livros, as músicas, as imagens, animadas ou não, as esculturas, etc) que criamos e muito pouco nesse trabalho de vaivém identitário que resulta de brincarmos a esse jogo de possíveis em que se constitui a experiência artística.

 

Ora é fundamental trazermos esta experiência da possibilidade para a nossa vida. Temos de dizer a nós mesmo que podemos viver de outra maneira. Que podemos tomar as nossas decisões de outro modo. Que podemos envolver a comunidade de uma outra forma. O grande drama que vivemos, e que poderá ter contornos trágicos, é que esta clima psicodramático em torno da crise tem como primeira consequência diminuir-nos as possibilidades de acção.  Já o esmiucei de outra forma noutro sítio. Cria-se um clima de terror e de desmembramento do mundo senão agirmos logo e não agirmos de uma determinada maneira. E quando mais discutirmos, mais terrível será. O pathos não admite hesitações. Perante o perigo sistémico, outro jargão da linguagem da crise, as várias economias suportaram preços incomportáveis. O Governo decidiu a nacionalização do BPN, Cavaco promulgou o decreto em 4 dias, o Banco de Portugal anuiu e hoje estamos a pagar, por muitos anos, um preço muito elevado sobre isso.

Joaquim Paulo Nogueira às 01:26 | link do post | comentar
Sexta-feira, 14.01.11

Cães como tu

Rui PerdigãoDe hoje a oito dias estaremos aqui a escrever os nossos últimos post desta primeira volta.

 

Em princípio, deverão ser textos em que diremos das nossas razões para votar Alegre e apelaremos (cada um de nós) ao voto alegre.

 

Depois, a vinte e três à noite, voltaremos cá para festejar e anunciar que o Blog vai estar aberto mais uns dias, os dias suficientes para que Manuel Alegre ganhe as presidenciais.

 

Imagem de Rui Perdigão

(autor do Alegro, logotipo deste blog)

Luis Novaes Tito às 10:35 | link do post | comentar

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