Quinta-feira, 20.01.11

Manuel Alegre, Ouvir e Participar para Acreditar!

Hoje, num almoço quente e concorrido na Cervejaria Trindade, Manuel Alegre fez um discurso aberto e claro, veemente e preciso, sobre as prioridades do país. Sem cair na tentação de perder demasiado tempo com os adversários, Manuel Alegre afirmou-se como o garante da Democracia, o defensor do Estado Social, da Educação Pública, da Segurança Social, o promotor dos interesses nacionais contra a desertificação e os interesses especulativos, cegos e anónimos dos mercados, o portador de uma ideologia de liberdade e resistência em nome do interesse colectivo dos portugueses e o companheiro de viagem dos cidadãos na sua luta e no seu empenho por uma sociedade melhor. Afirmando a necessidade de continuar a trabalhar sem cedências num projecto comum para uma Europa Democrática, Social e Plural, Manuel Alegre falou da cultura e da educação como fontes de reconstrução de uma identidade que precisa de consolidar raízes para enfrentar o futuro. Ouvir Manuel Alegre é recuperar a Vontade de Acreditar. Hoje, às 21horas, no Coliseu dos Recreios em Lisboa, Manuel Alegre estará com todos os que quiserem investir, com a razão e o coração, na não desistência de um sonho: um Portugal melhor para todos, um Portugal que não ajoelha e se levanta, digno e convicto, na defesa do interesse da Democracia e dos Cidadãos.

(Também publicado no A Nossa Candeia)

Ana Paula Fitas às 20:07 | link do post | comentar
Terça-feira, 18.01.11

Manuel Alegre, candidato do PS?

Enquanto crescem as expectativas sobre as possibilidades de uma 2ª volta nas eleições presidenciais do próximo domingo, alguns dirigentes políticos expressam as suas opiniões apoiando ou manifestando desagrado pelos candidatos apoiados pelas forças político-partidárias a que pertencem. No caso de Manuel Alegre, talvez não seja uma má estratégia! Pelo menos, os que receiam que a candidatura de Alegre se esgote numa candidatura presidencial do PS, ficam mais seguros da independência ético-política do candidato e podem, também assim, confirmar a natureza de esquerda que o seu perfil apresenta, propõe e garante. (ler aqui, aqui, aqui e aqui

Ana Paula Fitas às 22:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sim, eu sei...

Assinatura MASim, eu sei que para mim é fácil. Conheço bem Alegre, acompanhei o seu percurso em defesa da liberdade e da democracia, estive ao lado de Manuel Tito de Morais nas muitas vezes que, com Alegre, foi preciso sair à rua e fui camarada de Alegre desde que ele ingressou no Partido Socialista para que, com Mário Soares, Salgado Zenha e muitos outros se contribuisse para que hoje fosse possível estar aqui a escrever e a ler.

 

Por isso para mim, como dizia no início desta curta missiva, votar em Manuel Alegre é tão normal como respirar, mas percebo que para outros não seja tarefa tão fácil.

 

Quando as pessoas estão na política como Manuel Alegre sempre esteve, com frontalidade, com determinação, com coragem e na defesa do interesse comum, criam-se engulhos pessoais difíceis de ultrapassar. Sei-o porque também já estive nessas condições embora, na hora da verdade, nunca tenha hesitado entre o particular e o interesse comum.

 

Sim, eu sei que para mim não se trata de um mal menor, porque considero um bem maior ter Alegre na Presidência de Portugal. Gosto dele, gosto do seu gosto pela liberdade, pela justiça e pela solidariedade. Gosto da sua coragem e da sua valentia. Gosto da sua capacidade de resistência e gosto da sensibilidade e do patriotismo que transpiram dos seus escritos.

 

Mas, se não gostasse de Alegre pelo que gosto, pelo menos gostaria de saber que quem representará este País nos próximos anos é alguém que abrirá as janelas do Palácio de Belém para que se dissipe o bolor. Alguém que não tenha da família a ideia de protectorado e que não considere, em caso algum, a pessoa com que vive sua dependente. Parecendo isto um pormenor não o é porque revela o bafio e projecta-o à Nação, uma vez querendo que os cidadãos sejam seus filhos carentes de caridade, bons alunos, comportados e obedientes, outras, súbditos sem direito à prestação de contas.

 

Mesmo sabendo que o que para mim é fácil possa não ser para outros, proponho a esses outros que olhem para os pratos da balança, escolham e não dêem oportunidade àqueles que sempre a aproveitam para poderem escolher em nome de todos o seu próprio mal menor.

Luis Novaes Tito às 16:50 | link do post | comentar
Sábado, 15.01.11

Há sempre alguém que resiste

Alegro às 01:52 | link do post | comentar
Quinta-feira, 13.01.11

Visão de modernidade

O que está em causa nesta eleição não é só a escolha de uma personalidade, embora seja importante saber se vamos ter como Presidente uma personalidade aberta ao mundo, com uma visão de modernidade, liberdade e justiça social, que lute contra as discriminações e não tenha preconceitos conservadores; ou uma personalidade que é contra aquelas leis que mudaram os costumes em Portugal.

Contrato presidencial

Uma Nova Esperança para Portugal

Manuel Alegre

Luis Novaes Tito às 12:39 | link do post | comentar
Quarta-feira, 12.01.11

Citações Pertinentes...

O post foi escrito foi escrito por Porfírio Silva no Machina Speculatrix... e destacado pelo Miguel Abrantes no Câmara Corporativa!... Vale a pena ler!... porque a memória e o espírito crítico continuam despertos! ... e porque não podemos ignorar, fica o tema de Francisco Fanhais, antigo mas, sem sombra dúvida alguma, ainda actual!

Ana Paula Fitas às 07:00 | link do post | comentar
Domingo, 09.01.11

Ninguém nos cala

Ciclone

"(...) o que importa são as ideias, a participação, o espírito cívico e desinteressado na busca de novas políticas para o país e para a democracia. Sem sectarismo nem dogmatismo, no respeito pela pluralidade que é timbre de quem se reclama do socialismo democrático. Seguindo a lição do grande António Sérgio a OPS! tem procurado “abrir as largas avenidas da discussão”, num tempo dominado pela moda, pelo politicamente correcto e pela ditadura do imediato e do mediático."

Manuel Alegre

Editorial do nº 4 da OPS

Para os que insistem que falta pensamento há sempre a resposta através da realidade e da realização que muitos tentam esconder e abafar e outros mandam calar, esquecendo-se que haverá sempre quem não se deixe submeter e combata a cumplicidade do silêncio, a que se chama "bons alunos", leia-se, "alunos bem comportados", por baixarem a cabeça e mandarem destruir sectores produtivos como a agricultura, as pescas e outros meios geradores de riqueza e de emprego nacionais, subordinando uma Nação à dependência dos interesses externos em troca do lugar de "bem comportado" num qualquer quadro de honra.

 

Haverá sempre gente que usará a sua voz, o seu saber, a sua determinação e coragem para combater a ideia de medo com que se quer condicionar a palavra e o pensamento.

 

Haverá sempre alguém que gritará soluções e se recusará ao fatalismo do bom comportamento, do pobrezinho, do pequenino, do poucochinho, do venerando e agradecido.

 

E porque haverá sempre homens como Manuel Alegre que acreditam que não é nos silêncios e na subordinação que o "mundo pula e avança”, que aqui damos prova de vida e reafirmamos que não queremos mais do mesmo.

Luis Novaes Tito às 16:50 | link do post | comentar | ver comentários (4)

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