Sexta-feira, 21.01.11

Razões e sentimentos para votar Manuel Alegre

conheço-lhe  a vida pública que fui apreciando ao longo dos anos; conjuga lealdade e independência o que é tarefa difícil e que tem sido para manuel alegre tarefa de uma vida _____ é exemplar no cumprimento de um serviço público ao qual se dedicou desde jovem; persegue sem cedências o ideal de uma sociedade na qual os rendimentos serão  repartidos com justiça _____ tem uma noção de pátria, o que é muito importante em tempos de globalização porque respeitador das diferenças regionais dentro de unidades há muito construídas ou em construção: portugal,  europa, mundo lusófono _______ é homem de palavra e por isso assumiu um contrato presidencial e um compromisso para com sindicalistas; tem uma mentalidade aberta às mudanças e às diferenças; é um senhor, e com isto quero dizer que é alguém que percorreu muito caminho fez obra política e literária ______  deu provas em vários domínios _____ é senior, o que me descansa por considerar ser a idade uma protecção contra hipotéticas tentações de enriquecimento ou de protagonismo ____ ao contrário de algumas pessoas que criticam a maioridade dos candidatos, este aspecto conjugado com uma vida vivida e que se conhece publicamente é um plus na personalidade de manuel alegre ____ tem boa voz e boa dicção, fundamentais num presidente da república cuja missão consiste em grande medida no uso certo da palavra certa no momento sentido como certo; é capaz  de dizer não! _____ apontou a causa da decadência deste povo peninsular: o sistema financeiro mundial _______  é um homem político _____ o que quer dizer que tem garras para - em portugal e na europa - contribuir para meter na ordem o sistema financeiro mal-comportado

 

manuel alegre é homem de palavra e é um homem de  palavras ___ escreveu livros de prosa e de poesia: praça da canção, o canto e as armas, um barco para ítaca, coisa amar coisas do mar _______ lindo título ______ novas do achamento, atlântico, babilónia, chegar aqui, senhora das tempestades _____ sete sonetos e um quarto, escrito no mar_______ nambuangongo meu amor ____ livro do português errante, doze naus, cão como nós; a obra de manuel alegre está incluída em antologias de poesia e conto em diversas línguas nomeadamente em francês inglês italiano alemão espanhol holandês romeno  búlgaro russo persa

Vera Santana às 10:50 | link do post | comentar
Quinta-feira, 20.01.11

Um Presidente que é também um homem de letras

Ficamos orgulhosos/as sempre que Manuel Alegre é reconhecido dentro e fora de Portugal pela sua obra literária que há muito acompanha muitos de nós.

 

Mais orgulhosos/as vamos ficar quando cada um/a de nós, fora do nosso País, for relacionado/a com a obra de Manuel Alegre: «Ah, vens de Portugal, da terra de Manuel Alegre! É absolutamente fantástico teres um Presidente que é também um homem de Letras. Os checos tiveram um Presidente que era um homem do Teatro.»

 

 

 

E mais orgulhosos/as ainda ficaremos quando em vários cantos do Mundo forem cantadas, de cor, estrofes de Portugal:

 

Senhora das tempestades e dos mistérios originais
quando tu chegas a terra treme do lado esquerdo
trazes o terramoto a assombração as conjunções fatais
e as vozes negras da noite Senhora do meu espanto e do meu medo.

Senhora das marés vivas e das praias batidas pelo vento
há uma lua do avesso quando chegas
crepúsculos carregados de presságios e o lamento
dos que morrem nos naufrágios Senhora das vozes negras.

Senhora do vento norte com teu manto de sal e espuma
nasce uma estrela cadente de chegares
e há um poema escrito em página nenhuma
quando caminhas sobre as águas Senhora dos sete mares.

Conjugação de fogo e luz e no entanto eclipse
trazes a linha magnética da minha vida Senhora da minha morte
teu nome escreve-se na areia e é uma palavra que só Deus disse
quando tu chegas começa a música Senhora do vento norte.

Escreverei para ti o poema mais triste
Senhora dos cabelos de alga onde se escondem as divindades
quando me tocas há um país que não existe
e um anjo poisa-me nos ombros Senhora das Tempestades.

Senhora do sol do sul com que me cegas
a terra toda treme nos meus músculos
consonância dissonância Senhoras das vozes negras
coroada de todos os crepúsculos.

Senhora da vida que passa e do sentido trágico
do rio das vogais Senhora da litúrgia
sibilação das consoantes com seu absurdo mágico
de que não fica senão a breve música.

Senhora do poema e da oculta fórmula da escrita
alquimia de sons Senhora do vento norte
que trazes a palavra nunca dita
Senhora da minha vida Senhora da minha morte.

Senhora dos pés de cabra e dos parágrafos proibidos
que te disfarças de metáfora e de soprar marítimo
Senhora que me dóis em todos os sentidos
como um ritmo só ritmo como um ritmo.

Batem as sílabas da noite na oclusão das coronárias
Senhora da circulação que mata e ressuscita
trazes o mar a chuva as procelárias
batem as sílabas da noite e és tu a voz que dita.

Batem os sons os signos os sinais
trazes a festa e a despedida Senhora dos instantes
fica o sentido trágico do rio das vogais
o mágico passar das consoantes.

Senhora nua deitada sobre o branco
com tua rosa-dos-ventos e teu cruzeiro do sul
nascem faunos com tridentes no teu flanco
Senhora de branco deitada no azul.

Senhora das águas transbordantes no cais de súbito vazio
Senhora dos navegantes com teu astrolábio e tua errância
teu rosto de sereia à proa de um navio
tudo em ti é partida tudo em ti é distância.

Senhora da hora solitária do entardecer
ninguém sabe se chegas como graça ou como estigma
onde tu moras começa o acontecer
tudo em ti é surpresa Senhora do grande enigma.

Tudo em ti é perder Senhora quantas vezes
Setembro te levou para as metrópoles excessivas
batem as sílabas do tempo no rolar dos meses
tudo em ti é retorno Senhora das marés vivas.

Senhora do vento com teu cavalo cor de acaso
tua ternura e teu chicote sobre a tristeza e a agonia
galopas no meu sangue com teu cateter chamado Pégaso
e vais de vaso em vaso Senhora da arritmia.

Tudo em ti é magia e tensão extrema
Senhora dos teoremas e dos relâmpagos marinhos
batem as sílabas da noite no coração do poema
Senhora das tempestades e dos líquidos caminhos.

Tudo em ti é milagre Senhora da energia
quando tu chegas a terra treme e dançam as divindades
batem as sílabas da noite e tudo é uma alquimia
ao som do nome que só Deus sabe Senhora das tempestades.

 

Manuel Alegre - Senhora das Tempestades

Vera Santana às 18:00 | link do post | comentar

O interesse nacional

Edite Estrela faz um apelo directo ao voto: "Sei que ainda há muitos indecisos na esquerda e que ainda há socialistas hesitantes. A uns e a outros eu digo que parem, pensem e decidam bem". Este é o momento de colocarmos os interesses nacionais acima dos pessoais". Depois acrescentou que "é preciso decidir com o coração e com a razão".

 

No discurso na Trindade, hoje, em Lisboa, Edite Estrela enumerou as razões para apoiar Manuel Alegre. "Portugal precisa de um Presidente de esquerda e solidário com o governo" e que "não fomente crises políticas artificiais". Uma referência às declarações de Cavaco Silva que na primeira semana de campanha eleitoral falou da possibilidade de haver uma "crise política" e ontem, acabou por dizer que "tinha pouco apetite para utilizar a bomba atómica", ou seja a dissolução da Assembleia da República.

Vera Santana às 15:51 | link do post | comentar

A "esposa ideal segundo Cavaco Silva", num momento de lucidez e quando "o fotógrafo não estava lá"

 

 

Vera Santana às 15:44 | link do post | comentar

Com Manuel Alegre

 

 

Vera Santana às 10:37 | link do post | comentar
Quarta-feira, 19.01.11

Para um novo contrato social

Imagino algumas pessoas a darem uma rápida vista de olhos ao (Contrato Presidencial),  a lerem «Manuel Alegre [...] defende a igualdade entre homens e mulheres porque considera “a igualdade de homens e mulheres uma prioridade da organização social”» e a pensarem: “pronto, lá vêm eles/as com a questão das quotas”.

 

 

 

 

 

Minhas amigas e meus amigos, tenho a dizer-vos que, tal como o interpreto, o Contrato Presidencial de Manuel Alegre é muito mais do que isso, é a garantia do interesse por um projecto – que caberá à sociedade construir – dentro do qual têm lugar todos os homens e todas as mulheres, tem lugar a escolha individual dos caminhos a seguir e onde não entram os velhos preconceitos sobre os papéis sociais fixos e rígidos que cada indivíduo, pelo facto de ter nascido homem ou mulher, é obrigado a “representar”- tantas vezes com sorridos amarelos e rigidez facial e postural - na Escola, na Família, no Trabalho ou na Política.

 

É muito mais do que uma questão de quotas porque encarar a igualdade como “uma prioridade da organização social” tem subjacente a noção de justiça nas relações sociais de uma sociedade. Justiça no que diz respeito às relações de cooperação entre sexos, no sentido de dar oportunidade aos homens de se dedicarem aos filhos e às mulheres de terem carreiras laborais e políticas - ou vice-versa - umas e outras de acordo com escolhas pessoais (a solo, a dois). Justiça no que diz respeito às relações de poder dentro das organizações – escolas, empresas, órgãos políticos, partidos - no sentido de dar oportunidade, a uns e a outras, de contribuírem para o desenvolvimento das organizações, de exercerem o poder em pé de igualdade, com retribuições justas – rendimentos ou reconhecimento.

 

Dir-me-ão algumas pessoas que a sociedade portuguesa é, hoje, uma sociedade aberta, que permite às mulheres e aos homens decidirem sobre os caminhos a seguir e segui-los. Responderei que alguns patamares foram já alcançados, nomeadamente o da Educação, onde raparigas e rapazes estão em pé de igualdade. Dir-me-ão que “os homens não podem gozar da licença parental, porque os seus empregados são muito exigentes” ou que “as mulheres não querem ter poder nas organizações ou não podem porque estão muito ligadas aos filhos”. Responderei serem estas meias verdades. Meias verdades porque, por um lado, a organização social não permite uma total igualdade de acesso e, por outro, muitas mentalidades estão agarradas a velhas ideias. Se há caminho feito, há ainda muito caminho por percorrer.

 

Trata-se, por conseguinte, e na minha leitura, de evidenciar no Contrato Presidencial, a necessidade de reconfigurar a organização social de um modo justo para os indivíduos – todos os indivíduos - e criativo e produtivo para a sociedade,  construindo laços entre homens e mulheres passíveis, conjuntamente com outros laços – os da solidariedade inter-geracional - de fundamentar um novo contrato social mais capaz de enfrentar momentos críticos sem subalternizar os mais fracos e com vista a uma mais sólida coesão social.

 

É afinal um Contrato Presidencial que dá uma particular atenção à concretização e ao aprofundamento da Constituição, nomeadamente no capítulo da Igualdade sem esquecer a Solidariedade:

 

"Candidato-me por um novo contrato social que implique a solidariedade entre gerações e a indeclinável obrigação de assumirmos colectivamente as nossas responsabilidades perante os pensionistas e os idosos pobres. Solidariedade e vigilância, também, perante os direitos das pessoas portadoras de deficiência, contra todas as barreiras e discriminações que, apesar dos esforços, a sociedade ainda lhes impõe. Ninguém deve ficar de fora ou ser posto à margem numa Pátria que é de todos e para todos."

Vera Santana às 21:20 | link do post | comentar
Terça-feira, 18.01.11

A Palavra vs Silence is Golden

 

 

 

«A grande arma de um Presidente é a palavra. As palavras ajudam a mudar a vida, ajudam a criar confiança e esperança» (Contrato Presidencial).

 

 

 

 

A palavra é muito mais do que aparenta na superfície do espaço ou no decurso do tempo. A palavra designa - também - uma relação entre quem fala e quem ouve, quem emite e qiuem recebe A palavra é a palavra em si-mesma e é também um abraço, criador de um laço social, ou um murro igualmente criador de uma relação.

 

A ausência de palavras mostra a vontade expressa de inexistência de relação, tendo em conta que “não existe não comunicação”, coisa que o Candidato-Cavaco quer ignorar. Ao não comunicar connosco, o Candidato-Cavaco está a dizer-nos que nós, Povo Português, não existimos. Ao negar-se a comunicar connosco, o Professor Aníbal nega a nossa existência de pessoas comuns, que vivem do seu trabalho (quem o tem) e simultaneamente mostra estar interessado nas conversas de gabinete e de salão, nas trocas verbais que tem tido, ao longo de 15 anos, com muitos dos que têm sugado, em surdina e sem qualquer legitimidade nem valor acrescentado, o que Portugal produz e o que vai produzir. Silence is Golden.

 

A direita, para quem o Povo é mão-e-cérebro-de-obra descartável, vota, obviamente, num Cavaco que ignora o Povo e que protege uns tantos Comissários Honorários, num Cavaco cujas inexistentes palavras públicas e soltas não provocam ondas.

 

Inversamente, Manuel Alegre oferece as suas palavras e dá a sua palavra: elas estão no Contrato Presidencial, estão no (Compromisso com Dirigentes Sindicais) e estão, pela mão de Maria do Céu Cunha Rego, no (Manifesto em Defesa da Igualdade).

 

Se todos os candidatos usam palavras nos comícios, nas arruadas ou nos encontros com a população, já o Candidato-Cavaco só sabe/quer usar a palavra formal, a do discurso-com-palmas-no-fim, sem questões, sem os imprevistos de qualquer relação. É a sua “personalidade autoritária” que o impede de improvisar e, quando confrontado com gente se obriga a dizer umas palavras, é o que se ouve . . .

 

 

Para não falar de Língua . . .

Vera Santana às 21:21 | link do post | comentar

SUPERMAN & KICKASS

 

 

O Presidente AMI-Nobre diz querer rumar do Ribatejo profundo para Lisboa, para acabar com o estado a que isto chegou. Estão previstas umas tantas chicuelinas e algumas verónicas, no Rossio, usando a capa do superman

 

 

 

 

 

Mais contido, o Presidente Mísero-Cavaco fala aos seus fiéis, incitando

os actores do ensino particular a tomarem as ruas . . .

 

 

Os populismos verbais dos Doutores Presidentes têm destas coisas: acção! Ficção . . .

 

 

 

Vera Santana às 09:55 | link do post | comentar
Segunda-feira, 17.01.11

Manuel Alegre - igualdade como prioridade

 

Igualdade e

«Nós progressistas defendemos a igualdade entre mulheres e homens, uma igualdade verdadeira que permita a todos e todas fazer as suas escolhas individuais sem terem que ter um rótulo que diz mulher - mãe, dona de casa, cuidadora e outro rótulo que diz homem - o sustento da família, o que ganha mais, o que não precisa de cuidar.

 

Nós progressistas defendemos que cada pessoa tem que ter garantidos os seus direitos constitucionais sem que a sua orientação sexual seja uma limitação.

 

Nós progressistas defendemos que as pessoas têm direito a decidir individualmente sobre as suas vidas.

 

E é na senda destes direitos e duma visão de sociedade moderna, de progresso e de justiça social que muitos/as de nós apoiam o candidato Manuel Alegre porque ele é a garantia duma sociedade de progresso.

 

Um grupo de cidadãos/ãs defensores/as da igualdade lançaram um manifesto de apoio a Manuel Alegre enquanto garante destes princípios fundamentais. igualdade.manuelalegre@gmail.com

 

Apoiamos Manuel Alegre também porque se candidata "pela igual liberdade de homens e mulheres” e porque considera “a igualdade de homens e mulheres uma prioridade da organização social" (Contrato Presidencial).

 

Manuel Alegre não se conforma com a persistência da atribuição de “destinos impostos" às pessoas apenas em função do sexo com que nasceram. E não só porque o direito à liberdade individual é violado, mas porque a velha lógica das esferas separadas ou mais próprias – a pública para os homens e a privada para as mulheres – tem mantido e reproduzido as assimetrias conhecidas na situação das mulheres e dos homens.».

Vera Santana às 12:14 | link do post | comentar
Domingo, 16.01.11

O Povo e Manuel Alegre

 

 

Cavaco diz que veio do povo. Veio e fez tudo o que estava ao seu alcance para o esquecer . . .

Alegre gosta do Povo e o Povo gosta de Alegre:

Hoje, em Matosinhos, junto das mulheres que vendem peixe. Amanhã, com os Portugueses, na Presidência da República.

Vera Santana às 21:20 | link do post | comentar
Terça-feira, 11.01.11

Em defesa da igualdade - com Manuel Alegre Câmara de Comuns

http://camaradecomuns.blogs.sapo.pt/1876589.html

 

 

O Câmara de Comuns publicou hoje o Manifesto "Manuel Alegre - em defesa da Igualdade" pela mão da deputada do PS Catarina Marcelino.

 

Clique no link para subscrever!

Vera Santana às 15:31 | link do post | comentar
Sábado, 08.01.11

Com Manuel Alegre - mudar o canto e o destino.

 

Vera Santana às 21:38 | link do post | comentar

"Uma semente nalgum canto de jardim"

 

 

 

Voltar a acreditar na Voz da Liberdade! A nossa voz.

Vera Santana às 14:37 | link do post | comentar | ver comentários (6)
Sexta-feira, 07.01.11

Este não tem de ser o meu país 3.

 

 

. . . . . . . . . . . personalidade autoritária espírito fechado . . . . . . . . .

 

Adorno e outros autores construíram, nos anos 50, uma escala F que consistia num questionário com 48 afirmações com o objectivo de avaliar a dimensão fascista da «personalidade autoritária». De acordo com as respostas, as pessoas foram caracterizadas num continuum entre pólos opostos  - tendências fascistas e racistas / tendências democráticas. Os resultados mostraram que os indivíduos com pontuações elevadas na escala F - muito fascistas - tinham tido uma socialização familiar dogmática e repressiva, comparativamente com os indivíduos que obtiveram baixas pontuações na escala F - muito democráticos -  cuja socialização se tinha desenvolvido em ambientes descontraídos, tolerantes e criativos.

 

Uma pesquisa posterior procurou confirmar a teoria de Adorno sobre a «personalidade autoritária» , concluindo que os indivíduos autoritários tendem a simplificar/dicotomizar a forma de encarar a vida. Uma outra tese evidenciou que a hiper-simplificação e a rigidez de estilo de pensamento associadas à «personalidade autoritária» não são apanágio apenas dos fascistas, dos racistas ou dos indivíduos de extrema-direita, encontrando-se igualmente presentes em indivíduos e grupos que se caracterizam por «espírito fechado».

 

«Espírito fechado» é uma forma de raciocínio que se define por uma separação mental entre dois ou mais sistemas de crenças diferentes, de modo a permitir (a) a conciliação de opiniões de outro modo contraditórias, (b) a resistência dessas crenças à mudança, face a nova  informação e (c) o recurso ao argumento de autoridade para justificar a correcção das crenças ameaçadas.

 

Corpo do texto adaptado de post in PIMENTA NEGRA @ 11.7.05

 

 

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . e Cavaco Silva?

. . . . . . .  tem um espírito fechado?

 

sim

não 

 

Justifique a sua resposta : _______________________________________________________________________________________________________

Vera Santana às 12:43 | link do post | comentar
Quinta-feira, 06.01.11

Este não tem de ser o meu país 2.

 

 

O dia da raça!?

 

Num país à beira do mediterrâneo e voltado para o oceano, feito de antigas miscigenações e de modernas emigrações e imigrações, só um grande fechamento à realidade pode levar um cidadão português a este lamentável mas profundo lapsus linguae.

Vera Santana às 02:30 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Quarta-feira, 05.01.11

Este não tem de ser o meu país 1.

 

 

Diz o candidato Cavaco: "[...] Figuras de mulheres que fazem milagres . . . ".

E nós, mulheres, dizemos-lhe: " Não queremos ser obrigadas a fazer milagres caseiros!"; "Não queremos ser figuras!"

Vera Santana às 20:41 | link do post | comentar | ver comentários (18)

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